Bem-vindos a mais um conteúdo exclusivo no canal Antes do Médico! Hoje estamos cobrindo o Future Ozone Experience, um evento fundamental que sela a ponte entre o Brasil e a Europa (com destaque para a Itália), reconhecida como o berço do conhecimento científico mundial sobre o ozônio. Nesta entrevista, Charlene Cicron conversa com o Dr. Luiz Felippe Mendes Caquetti, médico, pesquisador e coautor do Tratado de Madrid sobre Ozonioterapia no Brasil. Aprofundamos a discussão sobre a urgência de uma capacitação adequada para os profissionais da saúde. Na Europa, um médico precisa de aproximadamente 1.500 horas de estudo para se tornar um especialista e aplicar a ozonioterapia. No Brasil, temos um grupo diversificado de profissionais (médicos, dentistas, veterinários, fisioterapeutas), mas a carga horária de capacitação é drasticamente menor.
O Dr. Caquetti alerta que o ozônio é uma ferramenta genética e epigenética extremamente complexa. Não existe "receita de bolo"; a prática exige medicina de precisão, parametrização exata e a individualização do tratamento para cada paciente.
Uma ozonioterapia mal feita por profissionais sem o profundo conhecimento bioquímico e fisiológico perde totalmente sua eficácia, transformando-se em um mero efeito placebo e prejudicando a credibilidade da própria técnica. Além disso, discutimos as recentes aprovações do Conselho Federal de Medicina (CFM), que liberou a prática para áreas específicas (lombar, joelhos e feridas), enquanto outras vias sistêmicas ainda aguardam regulamentação médica no país. Seja você um paciente buscando saúde integrativa com segurança, ou um profissional (da medicina, fisioterapia ou odontologia integrativa) que entende a necessidade de sentar, estudar fisiologia e elevar o nível da prática, este vídeo é obrigatório. Deixe seu like, inscreva-se no canal e comente abaixo qual foi o seu maior aprendizado com o Dr. Caquetti!
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(Dr. Luiz Felippe Mendes Caquetti)
❓ Perguntas Frequentes
O que é o evento Future Ozone Experience?
É o maior ponto de encontro para selar a conexão científica entre o Brasil e a Europa, com destaque para a Itália, reconhecida como o berço mundial dos estudos sobre o ozônio. O evento foca em unificar protocolos e elevar o nível de conhecimento técnico e científico dos profissionais brasileiros.
Qual a diferença na regulamentação e formação entre o Brasil e a Europa?
Na Europa, a prática é majoritariamente restrita a médicos, exigindo aproximadamente 1.500 horas de formação para a titulação de especialista. No Brasil, a ozonioterapia é multidisciplinar e aplicada por médicos, dentistas, veterinários e fisioterapeutas, porém os cursos iniciais de capacitação possuem cargas horárias muito menores. Isso exige que o profissional brasileiro tenha a responsabilidade de buscar aperfeiçoamento contínuo em fisiologia e bioquímica por conta própria.
A ozonioterapia já é totalmente liberada pelo Conselho de Medicina no Brasil?
A aprovação recente pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) é um avanço, mas ainda é restrita a tratamentos muito específicos, como lombar, joelho e feridas. Outras técnicas sistêmicas importantes, como a auto-hemoterapia maior e soluções fisiológicas ozonizadas, ainda não são liberadas pelo CFM para médicos, embora outras classes profissionais já possuam regulamentações mais amplas em seus conselhos.
Por que a ozonioterapia não pode ser tratada como uma "receita de bolo"?
O ozônio atua como uma ferramenta complexa de modulação genética e epigenética, o que significa que o tratamento exige parametrização exata (medicina de precisão) para regular o estresse oxidativo de cada indivíduo. Aplicar altas doses sem conhecimento fisiológico anula a eficácia da terapia, transformando-a em um placebo e prejudicando a reputação do tratamento.
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